Aumento da taxa de mortalidade infantil no Brasil
Enviada em 30/11/2020
Uma das 8 metas de desenvolvimento do milênio, de acordo com a Organização das Nações Unidas, é a redução da mortalidade infantil mundial. Nos países menos desenvolvidos essa taxa ainda é altíssima, devido a falta de assistência e instrução às gestantes, falta de acompanhamento médico, difícil acesso ou falhas da saúde pública e do saneamento básico.
No Brasil, há três décadas, a taxa era de 22 mil óbitos a cada mil crianças. No fim de 2019, a cidade de Campinas registrou o menor número de sua história: 7,55 (queda de 17,1% comparado ao ano interior). De acordo com o secretário de Saúde, Carmino de Souza, esse declínio positivo nos números se dá pela maior atenção ao pré-natal, ao parto e ao recém-nascido. “Temos uma das menores taxa de mortalidade infantil do País e continuamos lutando para reduzir. Mas temos uma questão a enfrentar, porque a tendência é termos cada vez mais gestações de risco maior, com as mulheres engravidando cada vez mais tarde. Isso aumenta o risco para a criança e para a mulher”, afirmou.
A taxa de mortalidade infantil indica principalmente como está o acesso e a qualidade da saúde pública, saneamento básico e qualidade de vida da população. E para que esses números diminuam mais ainda, é necessário investir em construção de hospitais, capacitar equipes médicas e garantir saneamento básico à toda população.