Aumento da taxa de mortalidade infantil no Brasil

Enviada em 22/09/2021

Desde o iluminismo, entende-se que uma sociedade só progride quando um se mobiliza pelo problema do outro. No entanto, quando se obeserva a problemática do aumento da taxa de mortalidade infantil, no Brasil, atualmente, observa-se que esse ideal iluminista é constatado na teoria, e não desejavelmente na prática. Desse modo, o imblóglio permanece intrinsecamente ligada à realidade do país, seja pela falta de investimentos governamentais, seja pela desigualdade social.

Em   primeira análise, é indubitável que a questão constitucional e sua aplicação entejam entre as causas do problema. Segundo o filósofo grego Aristóteles, a política deve ser utilizada de modo que, por meio da justiça, o equilíbrio seja alcançado na sociedade. De maneira análoga, é possível perceber que, no Brasil, a falta de investimentos governamentais rompe essa harmonia, haja vista que muitas crianças, principalmente nas regiões Norte e Nordeste, ainda sofrem com doenças causadas pela falta de saneamento básico, vindo a óbito prematuramente.

Além disso, destaca-se a desigualdade social como impulsionador do impasse. De acordo com Durkheim, o fato social é uma maneira coletiva de agir e de pensar, dotada a exterioridade, generalidade e coercitividade. Seguindo essa linha de pensamento, observa-se que má distribuição das riquezas, além de persistir, tem se acentuado, constituindo-se como uma das maiores causas da mortalidade infantil. Nesse aspecto, a baixa renda está diretamente ligada a subnutrição e à marginalização da população, que é obrigada a residir em áreas onde não existem esgotamento sanitário, coleta de lixo ou água tratada.

Portanto, o poder executivo como molde da constituição do país, deve elaborar a próxima lei orçamentária anual, de modo que haja uma realocação de recursos para Ministérios do desenvolvimento social e da saúde, contribuindo com a elaboração de mais projetos que visem o combate a desigualdade social e a falta de investimentos governamentais.