Aumento da taxa de mortalidade infantil no Brasil

Enviada em 15/10/2021

Nos dias atuais, por mais que a taxa de mortalidade infantil estava em decadência no Brasil, esse número ainda é considerávelmente grande principalmente em países subdesenvolvidos. Diante disso, por diversos fatores muitas crianças com menos de 1 ano vão a óbito nessas regiões, sendo necessário a tomada de medidas preventivas. Sendo assim, evidencia-se que a falta de assistência hospitalar pública brasileira e a gravidez precoce de adolescentes são as principais causas para o aumento dessa taxa.

Em primeiro plano, o Sistema Único de Saúde (SUS) do Brasil não atende todos os direitos de gestantes, segundo o site G1, fazendo com que milhões de mães percam seus filhos. Com isso, cerca de 32% das mulheres acabam por perder o bebê nas primeiras horas pós parto, informa essa pesquisa. Assim, a taxa de mortalidade brasileira continuará em crescimento até que se estabeleça as condições necessárias para o nascimento de crianças.

Ademais, o índice de gravidez na adolescência brasileiro está acima da média mundial, diz o jornal Estadão, onde 53 a cada mil engravidam. Além disso, o país registra sete abortos diários, naturais ou induzidos, por meninas entre 10 e 17 anos, informa a plataforma Datasus. Com isso, a taxa de mortalidade infantil se potencializa, principalmente em países com baixo desenvolvimento.

Por fim, evidencia-se a necessidade do Ministério da Saúde, órgão responsável pela administração da saúde pública no Brasil, iniciar uma distribuição dos métodos contraceptivos para adolescentes. Tal proposta poderá ser executada por meio de colaborações das diversas escolas públicas do país, que fornecerão palestras sobre o assunto e darão os devidos materias. Com isso, os casos de gravidez na asolescência irão diminuir e, consequentemente, mais vagas do SUS estarão a disposição de gestantes, além do número de abortos cair, diminuindo a taxa de mortalidade infantil no país.