Aumento dos casos de síndrome de burnout no trabalho remoto em questão no Brasil
Enviada em 13/04/2023
Promulgada pela ONU em 1948, a Declaração Universal dos Direitos Humanos garante a todos os indivíduos o direito à saude e bem-estar. Embora, o trabalho remoto possua algumas vantagens, como por exemplo, não pegar trasito para ir e voltar do trabalho e dispor de um horário mais flexível, os casos de sídrome de burnout nessa modalidade de trabalho tem aumentado no Brasil impossibilitando que uma parcela da sociedade desfrute desse direito universal. Diante dessa perspectiva, cabe avaliar os fatores que favorecem esse quadro.
O trabalho à distancia tem, muitas vezes, elevado a carga de trabalho dos funcionários. De acordo com uma pesquisa feita pela LHH do Grupo Adecco, empresa suíça de recursos humanos, 40% dos entrevistados dizem que precisam trabalhar mais horas para realizar a demanda do trabalho remoto. Indubitavelmente, o resultado desse pesquisa reflete o aumento de números de casos de esgotamento profissional dos trabalhadores.
Além disso, As empresas não investe em ações de saúde mental e bem-estar.
Segundo o sociólogo alemão Georg Simmel no livro " the metropolis and mental life" ele utilizar o termo “Atitude Blesé” que ocorre quando o indivíduo passa a agir com indiferença em meio as situações que ele deveria dar atenção. Isto é, as companhias em alguns caos são negligentes e fazem pouco caso quando os funcionarios precisam de auxilio com suas dificuldades.
Infere-se, portando, que medidas são necessárias para resolver esse problema. Assim sendo, é preciso que o colaborador procure ajuda especializada de um médico ou um psicólogo mesmo que os sitomas não sejam tão graves para evitar uma agravamento no quadro clínico. Ademais, ajuda dos amigos, familiares e colega de trabalho são importante para colaborar com o trabalhador a superar os dilemas da doença. Dessa forma, o Brasil poderia atenuar os casos de sídrome burnout.