Aumento dos casos de síndrome de burnout no trabalho remoto em questão no Brasil

Enviada em 14/04/2023

A saúde mental entrou em foco durante e após a pandemia de Covid-19. Nesse viés, é de suma relevância discutir o aumento dos casos de síndrome de burnout (exaustão extrema) no trabalho remoto no Brasil. Tal problemática é agravada pelo desconhecimento do distúrbio psíquico aliado à diminuição das interações sociais. Logo, é responsabilidade da União garantir o bem-estar de todos.

Em primeira análise, de acordo com Karl Marx, a sociedade tende a omitir alguns temas a fim de ocultar as mazelas sociais. Assim sendo, infelizmente, essa conjuntura é aplicável no caso da síndrome de burnout, pois os meios midiáticos e as instituições de saúde não promovem campanhas explicativas e tampouco fomentam o debate acerca da síndrome, o que contirbui para o aumento do revés. Portanto, se o corpo social não tem conhecimento a respeito do distúrbio, o impasse irá se perpetuar pela sociedade.

Outrossim, segundo Aristóteles, o homem é um animal social. Dessa maneira, o ser humano necessita estar em contato com outras pessoas para compartilhar os problemas do emprego e não se sentir sobrecarregado. Todavia, o home-office (trabalho remoto) bloqueia essa necessidade inerente\natural, o que contribui para o cansaço mental. Diante do exposto, pode-se inferir que o confinamento social contribui para o desenvolvimento da síndrome.

Destarte, com intuito de mitigar o óbice, o Sistema Único de Saúde (SUS) em parceria com os canais de televisão abertos, SBT, Band, Rocord e Globo, devem desenvolver campanhas explicativas sobre a síndrome de burnout. Isso pode ser efetivado por intermédio do aumento no valor das verbas destinadas para o Ministério da Saúde. Essa ação conjunta resultará na extinção da ignorância sobre o problema. Por conseguinte, diminuirá os casos da síndrome.