Aumento dos casos de síndrome de burnout no trabalho remoto em questão no Brasil
Enviada em 15/04/2023
Com o advento do capitalismo, as exigências para com a população trabalhista aumentou exageradamente devido aos altos níveis de competitividade no mercado. De maneira análoga a isso, o aumento dos casos de síndrome de burnout no trabalho remoto em questão no Brasil é consequência direta desse fato. Nessa perspectiva, destacam-se dois aspectos importantes para a amenização do problema: a colaboração de empresas para com funcionários e a valorização da psicologia.
Segundo Aldous Huxley, os fatos não deixam de existir ao serem ignorados. Nesse sentido, percebe-se que a colaboração da empresa para com o funcionário é relevante e não deve ser desconsiderada, uma vez que é de responsabilidade social empresarial o bem-estar do empregado. Sendo assim, a compreensão é indispensável, visto que os negócios não apresentam bom desempenho caso o trabalho não seja adequado às condições apresentadas no ambiente organizacional.
Ademais, é válido destacar também que a valorização da psicologia auxiliará na diminuição do óbice. Nesse contexto, de acordo com o International Stress Managment Association (Isma), o Brasil encontra-se no 2° lugar dos países com mais casos da síndrome de burnout, fortemente acentuada durante a pandemia da COVID-19, dado que a população teve que adaptar-se a um novo modo de viver e trabalhar. Logo, espera-se que a saúde mental e psicologia sejam mais abordadas e entendidas, para que a sociedade busque apoio em profissionais dessa área.
Portanto, fica evidente a necessidade de medidas que diminuam o aumento dos caso de síndrome de burnout no trabalho remoto em questão no Brasil. Para isso, cabe ao Ministério da Saúde fazer um maior investimento em saúde, especificamente no âmbito mental, por meio da destinação de verbas para tornar-se possível o acontecimento de consultas ao psicólogo/psiquiatra em unidades de saúde do Sistema Único de Saúde (SUS). Além disso, é importante que esses profissionais estejam presentes nas organizações, de forma que os funcionários tenham um acompanhamento psicológico disponível no trabalho.