Aumento dos casos de síndrome de burnout no trabalho remoto em questão no Brasil

Enviada em 16/04/2023

A síndrome de burnout tem sido mais presente na vida das pessoas a cada ano que passa, hoje um oitavo da população mundial sofre com essa síndrome, que por se tratar de uma doença ocupacional, devido a exaustão e sobrecarga que adivém do trabalho, torna a vida de uma determinada pessoa, mais trantornada, mesmo que fora desse núcleo trabalista.

Com a COVID-19 muitos trabalhadores tiveram que trazer o trabalho em si e as preocupacões do mesmo, para dentro de seus lares, sendo assim, o que deveria ser seu ambiente de descanso, um ambiente serviçal, criando uma maior sobrecarga negativa, já que os problemas que são ocasionados no trabalho, também está atrelado a seu lar. De acordo com a OMS (Organização Mundial de Saúde) o crescente aumento da síndrome de burnout em sua maioria se deve a os trabalhos home offices, que foram intecificados com pandemia mundial da COVID-19.

Quando a pessoa se vê nessa situação, sofrendo desse distúrbio psíquico, pode ser difícil reconhecer-lo e ainda mais buscar ajuda profissional, mas quando é inserida em núcleo familiar, se torna mais fácil de tratar ou reverter essa situação, pesquisadores e psicologos relatam que, com o apoio familiar é três vezes mais fácil combarter a síndrome de burnout, do que sem esse apoio. A falta de ajuda sócial é sim um fator determinante para o dessenvolvimento da sídrome.

Por fim compriendesse que se trata de um problema social e trabalista que atinge o psicológico de uma grande parte da massa trabalhadora do país, sendo assim, para proteger e cuidar das pessoas que já sofrem dessa sindrome, é preciso que seje destinada verba para a saúde pública, expecificamente na área da saúde mental, incluindo o suporte da assistencia social local, e para evitar ou previnir esses casos, é preciso que o Orgão de Defesa do Trabalhador Brasileiro empõe leis trabalistas, que obriguem as empresas a ter um acompanhamento psicológico profissional, regularmente a seus funcionários, e leis que proibam o trabalho execivo, que não se trata somente das cargas horárias, mas da atividade massante, que gera o trantorno da síndrome de burnout. Sendo essas ações colocadas em prática, haverá uma diminuição concideravel da síndrome.