Aumento dos casos de síndrome de burnout no trabalho remoto em questão no Brasil
Enviada em 20/04/2023
Desde as automatizações como elemento primordial da Revolução Industrial, é perceptível a mudança na configuração trabalhista que vem acontecendo desde então. O trabalho que era realizado presencialmente, usando ferramentas tecnológicas como a internet, pode ser feito remotamente. Nesse contexto, é importante analisar a principal causa do crescimento de casos da Síndrome de esgotamento profissional no meio do trabalho remoto, bem como sua consequência.
Primordialmente, é pertinente trazer o pensamento da burguesia durante a implantação da Igreja Calvinista de que o trabalho dignifica o homem. Sendo esse um discurso da elite com o objetivo de gerar mais lucro, ainda faz sentido se comparada ao discurso brasileiro capitalista nos dias atuais quando há uma sociedade que valoriza a superprodução e a produtividade irreal. Essa situação é agravada quando trata-se do trabalho remoto, com uma alta carga de trabalho e cobranças exacerbadas.
Em segundo lugar, como consequência da pressão externa, o trabalhador do chamado home office, pode sofrer com transtornos psicológicos como ansiedade, Síndrome do pânico e depressão. Ademais, com a alta demanda de material, o indivíduo ainda tem a possibilidade de desenvolver a Síndrome de Burnout, que o deixa sem perspectiva de vida e trabalho, bem como os camponeses sentiam-se com as cobranças exageradas da burguesia, podendo gerar um desfecho trágico.
Sendo assim, é indispensável a adoção de medidas, como a implementação de políticas entre o empregador e o empregado exigidas pelo Ministério do Trabalho, por meio de novas leis, afim de alcançar o respeito da carga horária e da delimitação do cargo em questão. Além da disponibilização do tratamento psicológico pelas empresas, com o objetivo de dar suporte aos trabalhadores necessitados para que não haja a sobrecarga que havia principalmente na Revolução Industrial.