Aumento dos casos de síndrome de burnout no trabalho remoto em questão no Brasil
Enviada em 26/04/2023
Há muitos anos estudamos o comportamento humano em relação a saúde e profissão da população brasileira. Com a vinda da pandemia causada pela Covid-19, os gráficos de acompanhamento extrapolaram devido as inúmeras mudanças de comportamento em um curto período de tempo. Uma delas trata-se do aumento dos casos de síndrome de burnout no trabalho remoto, atingindo boa parte dos brasileiros e levando ao contato de outras doenças progressivamente.
Sabemos que a doença de burnout ocorre devido ao excesso de tensão mental no paciente, levando ao estresse, enxaquecas e até o desmaio. O tratamento normalmente é feito com medicação na veia e os médicos prescrevem que evite o trabalho em excesso. Acontece que dependendo do cargo que a pessoa exerce, traz muitas responsabilidades e, se não possuir organização e saber definir horários para cada necessidade pessoal, acarretará em mais casos da síndrome de burnout entre outras doenças.
Além disso, os empregadores devem levar esses casos decorrentes para dentro da sua empresa, comércios, etc., evitando que não ocorra com seus colaboradores, contratando mais pessoas para subdividir a carga de trabalho, disponibilizar tempo limite de acessos em sistemas, entre outros.
Logo, cabe ao poder legislativo desenvolver leis para as empresas, assim, evitando a “raíz” do problema, e em paralelo ao Ministério da Saúde, disponibilizando anúncios sobre a consciência das ocorrêncais devido ao excesso de trabalho nas cidades. Com isso, é possível reduzir a síndrome de burnout e muitas outras doenças provenientes dela, usando métodos práticos e saudáveis para toda a população brasileira.