Aumento dos casos de síndrome de burnout no trabalho remoto em questão no Brasil
Enviada em 09/05/2023
A 1º Revolução Industrial em 1750, teve como principal característica o surgimento de novos empregos e a mudança na jornada de trabalho, causando diversos problemas sócias na época. Assim como no século XVIII, a classe trabalhadora vem enfrentando problemas na sua vida profissional, devido ao aumento dos casos de síndrome de burnout no trabalho remoto em questão no Brasil. No entanto, é necessário o debate sobre como a falta de interação social e as longas horas de trabalho dificultão o combate nessa problemática.
Diante disso, segunda a Pesquisa Gestão de Pessoas na Crise covid-19, o trabalho em casa foi implementado por 47% das empresas no Brasil durante a pandemia.Essa implementação brusca expuseram os seus problemas no proletáriado. O principal deles é a falta de interação social no trabalho, deixando as relações entre os funcionários escassa causando um expediente mais solitário e cansativa.
Alem disso, as longas jornadas de trabalho é outro fator que impulsiona a problemática. Segundo um estudo elaborado pela Fhinck, plataforma que desenvolve estratégias de gestão em recursos humanos, a jornada de trabalho semanal é maior no trabalho remoto do que o presencial, e chega a bater 60 horas semanais. Em consequência disso, o risco de síndromes psíquicas como o Bornout aparecerem crescem devido a grande exaustão física e mental, aliadas a falta de tempo para descansar.
Assim, faz - se necessária que o Governo Federal por meio de políticas públicas criem sindicatos que ajudem os trabalhadores a denúciarem os abusos sofridos em seus trabalhos além de direciona -los para profissionais especializados que ajudem a tratar os seus traumas sofridos. Somente assim, em futuro proximo o número de casos de Burnout no Brasil irá se mostrar em queda com uma classe trabalhadora mais saúdavel e protegida de abusos.