Aumento dos casos de síndrome de burnout no trabalho remoto em questão no Brasil
Enviada em 27/12/2023
No filme “Tempos Modernos”, de 1936, Charlie Chaplin encarna um operário de uma fábrica. As cenas clássicas dessa obra mostram o trabalho repetitivo e exaustivo, e a frustração do funcionário por não conseguir realizar todas as tarefas. Fora do cinema, na contemporaneidade, há uma banalização do problema e silenciamento midiático fatos que culminam em preocupantes mazelas.
Segundo o conceito “Banalidade do Mal”, da filósofa Hannah Arendt, quando uma atitude hostil ocorre com frequência à sociedade a considera banal. Diante disso, isso mostra a banalização da Sindrome de Burnout em questão no Brasil, para ser mais preciso no trabalho o que configura a maldade, o que, para Arendt, ocorre quando há falta de reflexão sobre os maus ao redor dos indivíduos. Nesse viés, percebe-se que a população normalizou isso representa um descaso às notícias ao seu redor.
Ademais, segundo o filósofo Pierre Bourdieu, o que foi criado para ser instrumento de democracia não deve ser convertido em mecanismo de opressão. Nesse sentido, observa-se a mídia, ao invés de promover debates sobre o aumento do nível de informação a população sobre o aumento dos casos de síndrome de bournout no trabalho remoto, infelizmente influência o silenciamento midiático, já que - em redes sociais e programas de TV – não há debates.
Destarte, cabe ao Governo instituir um comitê de gestor formado por um representante de cada área – Ministério do Trabalho e Mídias. Isso será feito por meio de direcionamento de verbas para centro de auxilio e disposição de todos, com psicólogos e psiquiatras que possam identificar a síndrome de burnout em questão no Brasil.