Aumento dos casos de síndrome de burnout no trabalho remoto em questão no Brasil
Enviada em 02/05/2024
Conforme previsão constitucional, a saúde é um direito social. Todavia, essa garantia não têm sido cumprida em sua totalidade, tendo- se em vista o aumento explosivo de casos de burnout nos trabalhos remotos em âmbito nacional. Logo, é necessário discorrer sobre os seguintes aspectos: a supervalorização dos ideais individuais e a omissão do Estado.
Nesse viés, observa-se a hipervalorização de interesses particulares como percursora da crescente nos casos da doença ocupacional, uma vez que sempre se almeja evoluir ou até mesmo assegurar os cargos superiores das empresas. Tem-se a exemplo as metas altíssimas estabelecidas pelas empresas, o que sobrecarrega os funcionários com atividades além das previstas no contrato trabalhista. Assim, como resultado é a exaustão extrema, princípio base para o desenvolvimento da síndrome de burnout.
Ademais, a negligência do Estado com as legislações, !acarreta diretamente no aumento de diagnósticos do distúrbio psíquico no home office. Apesar da efetividade das leis na teoria, ainda há uma carência na prática destas no cotidiano dos brasileiros. Sob esse olhar, é perceptível que o trabalho em casa não segue como rejem as leis pré-estabelecidas na Constituição, o horário máximo de jornada trabalhista, já que, torna-se difícil separar de seus afazeres quando todos em mesmo ambiente.
É urgente, portanto, a tomada de medidas para o combate ao aumento da condição de esgotamento profissional no trabalho remoto no país. Nesse sentido, é dever do Ministério da educação, através das escolas promover parte dessa transformação social, ajudando na desconstrução de pensamentos individualistas, por meio de projetos pedagógicos, como as palestras, bem como do Poder Legislativo em fiscalizar a efetivação das leis impostas a nação verde-amarela. Afim de atenuar a falte de diligência estatal e de garantir uma nação de fato justa e livre de doenças.