Aumento dos casos de síndrome de burnout no trabalho remoto em questão no Brasil
Enviada em 03/11/2024
Segundo a a Organização Mundial de Saúde (OMS), a “Saúde é o completo bem-estar físico, mental e social e não apenas a ausência da doença”. A partir disso, percebe-se que a maioria dos brasileiros, que trabalham de forma remota, sofrem frequentemente com a falta de estrutura e rotina e a constante disponibilidade. Desse modo, suas saúdes mentais acabam sendo prejudicadas, abrindo espaço para o desenvolvimento de burnout.
Diante desse cenário, é importante destacar que “com organização e tempo, acha-se o segredo para fazer tudo bem-feito”, conforme dito por Pitágoras. Entretanto, além de irem para o remoto sem o aparato tecnológico necessário para trabalhar, muitos dos empregados não conseguem criar uma rotina adequada, afetando a sua produtividade e causando frustrações nos funcionários e na empresa.
Outrossim, é válido destacar que, assim como defendido por Karina Michelin, é preciso desconectar-se para dar atenção a outras coisas também importantes. Todavia, vários dos contratados não conseguem realmente descansar ou “se desconectar”, pois a toda hora recebem e-mails e sentem–se sempre disponíveis para responder, provocando cansaço excessivo ou dificuldades de sono, que mais tarde podem evoluir para burnout.
Diante do exposto, nota-se que o trabalho remoto pode afetar negativamente a saúde dos assalariados brasileiros. Dessa maneira, torna-se necessário que as empresas — como as provedoras das condições necessárias para laborar—, por meio dos recursos obtidos por essa, forneça o mínimo de tecnologia e um modelo de rotina, além de bloquear o recebimento de e-mails depois de um certo horário, visando diminuir os casos de burnout na população brasileira.