Automedicação em debate no século XXI
Enviada em 27/10/2019
Nos séculos XIX e XX várias doenças causadas por agentes patológicos foram responsáveis por diversas mortes em virtude de não se conhecer medicamentos para os respectivos diagnósticos. Entretanto, atualmente os papéis se invertem - a vasta oferta de substâncias medicamentosas agrava o problema da automedicação. Dessa forma, observa-se um crescente aumento do número de pessoas com quadros alergênicos, além do surgimento de diversos microorganismos resistentes a compostos já existentes.
Em primeira análise, o problema da intolerância a substâncias químicas é pouco abordado no Brasil. Diversas pessoas possuem alergia não só a alimentos como também a medicamentos e desconhecem. Entretanto, a automedicação impulsiona esse risco, tomar medicamento sem conhecer suas propriedades e seus componente podem ocasionar problemas como choques anafiláticos que são recorrentes e podem levar à morte. Dessa forma é imprescindível sempre recorrer a um médico em meio a qualquer enfermidade.
Em outra parte, o uso recorrente de antibióticos desreguladamente desreguladamente fazem surgir as bactérias resistentes. Uma simples amigdalite leva algumas pessoas a usarem de maneira indiscriminada antibióticos à base de penicilina, por exemplo. Em meio a essas infecções podem existir microorganismos resistentes ao composto descoberto por Fleeming, a penicilina, dessa forma, por seleção natural, surgem as conhecidas como " superbactérias “, as quais irão requerer isolamento do indivíduos infectado e formulação de um fármaco mais específico.
Portanto, é primordial que o Governo Federal, através do Ministério da Saúde, inicie um programa na saúde básica de exames de alergia a fármacos usuais, identificando os perigos desde cedo com a finalidade de evitar reações alergênicas. Além disso, através das escolas, veiculação de campanhas alertando para os riscos da automedicação, e de suas consequências. Dessa forma serão prevenidos os riscos aos males citados