Automedicação em debate no século XXI
Enviada em 28/10/2019
Promulgada em 1948, a Declaração Universal dos Direitos Humanos garante a todos os indivíduos o direito à saúde e ao bem-estar social. Entretanto, hodiernamente, os cidadãos se automedicam colocando em risco sua existência. Esse cenário antagônico é fruto tanto da falta de informação, quanto a demora nos atendimentos. Diante disso, torna-se fundamental a discussão desses aspectos a fim do pleno funcionamento da sociedade.
Precipuamente, é fulcral pontuar que a ausência de conhecimento deriva da baixa atuação dos setores governamentais no que concerne á criação de mecanismos que coíbam tais recorrências. De acordo com o filósofo matemático Pitágoras, é indispensável que as crianças sejam educadas para que elas não sejam castigadas no futuros pelos seus atos. De maneira análoga, é essencial que aja o esclarecimento das ameaças da automedicação.
Ademais, é imperativo ressaltar o atraso nas consultas como promotor do problema. Segundo a Controladoria Geral da União, a espera por uma consulta no Sistema Único de Saúde pode demorar até 7 anos. Partindo desse pressuposto, esse atraso faz com que a população opte por soluções rápidas como ingerir medicamentos sem prescrição. Tudo isso retardada a resolução do empecilho e contribui para a perpetuação desse quadro deletério.
Assim, medidas exequíveis são essenciais para conter o avanço da problemática na sociedade brasileira. Destarte, com o intuito de mitigar o problema, necessita-se, urgentemente, que o Tribunal de Contas da União direcione capital que, por intermédio do Ministério da Saúde, será revertido em campanhas que levem a informação adequada sobre os perigos da automedicação.