Automedicação em debate no século XXI

Enviada em 07/11/2019

Sabe-se que nos séculos antecessores, os povos primitivos utilizavam ervas e plantas medicinais, com a finalidade de se curar de determinadas doenças. De frente à contemporaneidade, a medicina encontra-se avançada de modo que a população possa se consultar com médicos especializados. Todavia, embora tais avanços tenham sido efetuados para auxiliar os indivíduos no âmbito da saúde, a automedicação ainda situa-se no centro das problemáticas societárias devido à corrupção realizada pelos estadistas, o que desencadeia a má formação de médicos e o abandono dos centros de saúde da nação.

Sob esse prisma, é notório que a pintura “O Grito”, de Edvard Munch, é o verídico retrato dos governantes em relação à sua população, em virtude de que o quadro apresenta uma imagem distorcida em quase sua totalidade, menos na parte em que há dois cidadãos caminhando pacificamente. Em vista disso, o autor da obra quis articular o fato de que os seres humanos não se importam com o que está ocorrendo na existência dos demais, ignorando-os por completo. Dessa maneira, é incontestável que análoga citação aplica-se de modo congruente aos políticos hodiernos, uma vez que congêneres regentes transparecem uma evidente ausência de empatia para com os cidadãos, fazendo com que os atos corruptos tornem-se algo de caráter fácil e impetuoso.

Diante do exposto, por consequência de similar corrupção, as instituições acadêmicas, mais especificamente as faculdades de medicina, agrupam-se diante de um inequívoco sinônimo de precariedade por conta da inexistência de capital público destinado a elas. Desse modo, a formação acadêmica dos estudantes mostra-se por vezes desqualificada e, portanto, consoante entrave irá resultá-los em profissionais abomináveis, incentivando, assim, os cidadãos a abdicar de consultas médicas em unidades de saúde e a se medicar desamparados em sua residência. Não obstante, outro fator o qual aumenta consideravelmente a automedicação é o desprezo aos hospitais e centros de saúde públicos, posto que semelhantes acervos enfrentam a escassez de doutores, materiais necessários para os atendimentos e medicamentos, além da incessante fila de espera para consulta.

Em suma, é indubitável que a automedicação persiste em meio a sociedade devido à corrupção. Logo, para desatar homólogo impasse, é dever da Polícia Federal colocar um ponto final à corrupção, por meio de severas investigações com todos os estadistas, a fim de que os desonestos sejam punidos e substituídos por outros realmente comprometidos com o bem-estar popular, direcionando, então, a verba necessária para que melhorias sejam efetivadas em todas as instituições acadêmicas e de saúde do país. Dessa forma, a automedicação será imensuravelmente extinta do corpo social.