Automedicação em debate no século XXI
Enviada em 06/06/2020
No ano de 1904 ocorreu no Brasil a Revolta da Vacina,tal movimento foi gerado devido a vacina contra a varíola.A população da época achava que o medicamento era uma espécie de ‘‘controle populacional’’ feito pelo estado. Parafraseando com o século XXI,esse ‘‘achismo’’ que vai contra a medicina ainda se encontra presente na forma da automedicação,ocasionando riscos a população e também ao descontrole da distribuição de medicamentos.
É evidente que o brasileiro dá o seu ‘‘jeitinho’’ para tudo,e quando fala-se de automedicação,segundo uma pesquisa realizada no ano de 2019 pelo site Edição do Brasil:8 em cada 10 brasileiros tomam remédios sem prescrição médica.Consequentemente;devido à esse consumo de fármacos sem consultar um profissional,diversos problemas são diagnosticados por pesquisas,tais quais,o agravamento das doenças ou os efeitos colaterais que podem ocasionar até a morte do paciente,devido as prescrições médicas.
Segundo a constituição brasileira,a venda de remédios controlados sem receita médica é crime,podendo até ser considerada como tráfico de drogas.Porém no Brasil medicamentos que necessitam de receita são facilmente adquiridos sem indicações. As farmácias que realizam esse ato estão sujeitas ao fechamento e a apreensão de todo o medicamento,normalmente tais estabelecimentos vedem esses remédios a um alto preço,visando o lucro e não a saúde pública.
Portanto,é indubitável que a automedicação cresce cada vez mais no Brasil.Devido a isso é de suma importância que o Ministério da Saúde realize propagandas em rádios,televisores,em redes sociais,relatando sobre a automedicação e seus possíveis riscos.Na questão das farmácias que vendem remédios de maneira ilegal,é de caráter da Vigilância Sanitária aumentar a fiscalização sobre esses estabelecimentos, a fim de manter regular o comércio de fármacos,consequentemente concebendo uma diminuição destas instituições que ferem a constituição brasileira.