Automedicação em debate no século XXI
Enviada em 11/06/2020
Agravamento da doença,morte ou dependência são riscos impostos pelo próprio indivíduo ao se automedicar. Hábito recorrente,no século 21, em grande parte da população mundial; a qual assume o papel de falso médico,ou seja, imagina possuir a aptidão necessária de diagnosticar a si próprio.Assim, é posto em debate os efeitos, consequências causados pelo mal uso de remédios.
Além disso, com o avanço tanto científico quanto tecnológico, uma enorme parcela de indivíduos apresenta meios informacionais que os atualizam constantemente sobre novos medicamentos no mercado - sejam eles sites de fake news ou até mesmo os próprios seres medicando sem o devido conhecimento a outros. Com isso, ao buscarem esses em drogarias, estão indo contra todas as possíveis indicações médicas e de frente ao próprio risco, plausíveis ainda de se tornarem obcecados com a ideia de possuírem algum problema grave, ou seja, hipocondríacos.
Por conseguinte, apesar da expressiva quantidade de informações lançadas no meio digital, o cidadão leigo- aquele sem nenhum conhecimento médico- não possui o correto manuseio do fármaco, utilizando indevidamente. Exemplo claro visto com a substância fosfato de cloroquina - ainda não liberada pela Organização Mundial da Saúde- para o tratamento do novo covid 19 no século 21, já ser ingerida por indivíduos obsoletos do risco dessa; com a dose incorreta causa a morte precoce de tal. Ademais, o mercado consumidor por ser um meio facilitador de obter substâncias e tais produtos- prejudiciais com o uso indevido- esse apresenta o compromisso apenas com o lucro, não ligando para a sociedade e seus males a serem causados pela substância.
Portanto , com o objetivo de analisar a questão do automedicamento no século 21, é necessário que o governo das regiões se aliem aos seus Ministérios de Saúde, para que junto com a Organização Mundial da Saúde(OMS), possam, por meio de anúncios nas redes sociais ou em outdoor nas ruas, comunicar os indivíduos alertando-os da seriedade e risco advindos de uma única ação. Assim, com ações restritivas - diminuição da facilidade de se obter um fármaco, a sociedade se torne consciente e venha a precaver os números de mortes e eventuais riscos causados por um simples ato de ignorância.