Automedicação em debate no século XXI

Enviada em 26/06/2020

A diferença entre o remédio e o veneno está na dose. A frase do físico Philippus Aureolus mais conhecido pelo pseudônimo “ Paracelso,” dá ênfase a persistência da automedicação que vêm atingido diretamente uma parte expressiva da sociedade brasileira. Isso evidencia-se tanto pela influência negativa do meio cibernético, mas também ao ápice das doenças psíquicas.

Em primeira análise, destaca-se o domínio das mídias socias referente aos internautas. Atualmente devido ao surgimento da pandemia” Covid-19,” tornou-se bastante comum pessoas serem manipuladas através de vídeos e notícias inverídicas as quais relatavam que a “cloroquina” e a “hidroxicloroquina,” seriam capazes de amenizar ou até mesmo eliminar tal doença, o que não foi comprovado cientificamente, e de forma aliada ingerido sem prescrição médica poderiam acarreta complicações graves a saúde de tais indivíduos. É inadmissível, que apesar das diversas campanhas nos veículos de comunicação, como também o alerta da Organização Mundial da Saúde aos perigos da automedicação, ainda existem cidadãos que agem na contrariedade daquilo que lhes foi advertido.

Por conseguinte, Ressalta-se que a culminância das enfermidades psíquicas corroboram para quê perdura-se tal problemática, porém pode haver outras ainda mais severas, como Hipocondria que é a necessidade compulsiva de tomar medicamentos, muitas vezes sem ter dor alguma. Torna-se imprescindível, que um instrumento no qual foi criado para ajudar e por vezes curar, transforma-se em algo tão fatal para vida humana.

Em virtude dos fatos mencionados, acerca do debate sobre a automedicação no século XXI Espera-se, portanto, que o Mistério da Saúde (MS), em consonância com os meios de comunicação, aja por meio de campanhas publicitárias direcionados á todos, atentado-os aos malefícios de tal ato. Assim, fazendo do farmacêutico seguro e não um veneno como dizia a reflexão de “Paracelso”.