Automedicação em debate no século XXI

Enviada em 13/07/2020

Automedicação e Pandemia

Ingerir remédio sem prescrição médica tem se tornado comum no século XXI. É perceptível a facilidade com que se vende remédios nas farmácias. De fato, não existem informações acessíveis para sensibilizar sobre os riscos que esse consumo pode causar. No entanto, em uma época pandêmica dificulta ainda mais a conscientização para a automedicação.

De início vale mencionar que a área da saúde no Brasil, tem enfrentado grandes dificuldades devido a pandemia. E isso tem se dado pela grande procura de Hidroxicloroquina, recomendado por figuras políticas. Por certo, não há com comprovações ente ao remédio e a grande procura tem prejudicado os pacientes, conforme publicado pelo portal de notícia G1. Evidentemente, é irresponsável e nocivo indicar medicamentos sem comprovações de eficácia além de colocar em riscos pessoas que estão, diariamente, tendo se prevenir de doença sem muitas informações.

Nesse contexto é importante ressaltar que a falta de informação - de forma ampla e acessível, é uma grande influência para o aumento da automedicação. Não existem meios de apoios e orientações para incluir todas as pessoas e isso abrange postos de saúde de qualidade e um sistema qualificado de saúde, tal qual, as pessoas optam por se cuidar em casa, de forma superficial, a ter que esperar por exames e consultas médicas em hospitais públicos.

Fica claro, portanto, que o Governo Federal deve vetar a venda de medicamento sem a prescrição médica e aplique multas em propagandas e disseminação de informações falsas sobre remédios sem comprovações. Sendo assim, o Estado deve encarregar-se na criação de ONGs de apoio para expandir informações sobre os malefícios que a automedicação pode trazer ao corpo humano. Logo é necessário que a mídia seja coadjuvante para propagar as informações corretas decorrente ao medicamento e os seus benefícios para a saúde, visando a uma sociedade saudável, menos hipocondríaca e com mais informações.