Automedicação em debate no século XXI

Enviada em 13/08/2020

No contexto atual, a automedicação é uma ação cada vez mais comum, acima de tudo, temos o fácil acesso a informações na internet. Contudo, lamentavelmente essa ingestão estabelece riscos sérios, sendo que os remédios podem fazer com que ocorra efeitos colaterais. Outrossim, o mal uso de antibióticos sem ordens medicas pode auxiliar no fortalecimento e na multiplicação das bactérias. Num contexto especifico, é valido destacar que qualquer remédio pode estabelecer riscos a saúde, se por um acaso seja ingerido de maneira inadequada. Entre os mais conhecidos, é valido ressaltar a dependência e a combinação inadequada que pode eliminar ou intensificar o efeito de determinados fármacos. Ademais, em casos mais avançados, o costume de usar substancias sem indicações médicas pode derivar a morte. De acordo com estudos feito pela Associação Brasileira de Industrias Farmacêuticas (ABIFARMA), em 2006, cerca de 20 mil brasileiros, por ano morrem, sendo consequência da automedicação. Além do mais, a ingestão desordenada de antibióticos possui uma relação com o surgimento de bactérias com maior resistência. Estes seres vivos, estão cada vez mais compacto aos fármacos acessíveis, devido a isso, o uso dos medicamentos inadequados pode refletir a diarreia, pneumonia e gonorreia. Segundo a Agencia nacional de vigilância sanitária (Anvisa), em 2012, mais de 10 mil casos de enfermidades em resultância de bactérias deste tipo. Por fim, a automedicação é responsabilidade da saúde publica. Evidentemente, é de competência do Ministério da Saúde juntamente com o Governo , trabalhar sob o combate deste costume, feitas por médicos  e farmacêuticos, através de campanhas publicadas nas redes sociais, em propaganda de TV, estabelecer cartazes em escolas e condomínios, explicando o perigo da automedicação, tendo assim o objetivos de conscientizar a população. Além do mais, é função do Governo Federa, obter um maior controle sobre o acesso aos antibióticos, podendo criar assim, uma lei mais rigorosa em relação a vendas de antibióticos e medicamentos em geral. Assim, refletindo a diminuição da automedicação.