Automedicação em debate no século XXI
Enviada em 13/08/2020
Hodiernamente causadores de inúmeros questionamentos, a automedicação vêm ocorrendo com frequência cada vez maior. Essa elevação se deve, principalmente, por parecer uma simples alternativa inofensiva, o que aumenta as chances de danos por ingestão inadequada do medicamento. A imposição de limites para a automedição, aliada à maior fiscalização e à conscientização da população permitirá que o equilíbrio seja possível.
As estatísticas explicitam a brusca ocorrência de intoxicação por conta dessa prática, levando em consideração que somente a leitura da bula ou a indicação de alguém não é o suficiente para saber se o remédio será útil para a resolução do problema, além de levar poder levar a demora no descobrindo da verdadeira causa da doença. Porém, a proibição absoluta do consumo de medicamentos sem prescrição médica pode gerar a superlotação dos centros médicos. Dessa forma, o sistema de saúde que já é saturado e defeituoso, passaria a gerar mais déficits por problemas ás vezes triviais.
Outro aspecto de suma importância a ser tratado é a questão a comercialização dos medicamentos, não bastando somente o controle e a limitação da problemática, mas também a fiscalização nas farmácias, já que os mesmos geram muito lucro para os estabelecimentos. Deve-se pensar em uma maneira de não deixá-los em grande prejuízos. Acabando a crença de que a maior limitação da automedicação seria quase sinônimo de falência. Portanto, não haveria problema por parte dos funcionários em direcionar de forma consciente o consumidor.
Entretanto, nenhuma melhoria seria possível sem a realização de uma amplo programa de conscientização. A veiculação de diversas propagandas do governo que alertam o perigos de ingerir uma medicação sem consulta médica deve ser aplicada. Isso faz com que cada pessoa passe a saber os riscos que infligirá a si quando comete tal ato, amenizando a obrigatoriedade de haver um controle severo. È inegável em todas as propostas a atuação e apoio do governo, protegendo o cidadão de um erro ás vezes fatal e gerando estratégias para não prejudicar as indústrias farmacêuticas e o sistema de saúde, como a criação de um sistema que atenda ligeiramente doenças comuns, como dores de cabeça, dores de barrigas e outras. Para torna-lo mais eficaz, uma ação valida seria o seria um cuidadoso estudo para que diante de certas circunstancias alguns medicamentos com baixa taxa de intoxicação fossem disponibilizados com um pouco mais de facilidade, evitando um colapso nos atendimentos nos sistemas públicos e privados. O panorama atual se contra em desiquilíbrio, por isso atitudes devem ser tomadas com urgência, com ação conjunta da população e do governo para que haja estabilidade em todas as áreas que envolvem a temática supracitada.