Automedicação em debate no século XXI

Enviada em 13/08/2020

Nicolau Maquiavel, no seu livro “o Príncipe’’, descreve com genialidade a base do pensamento hipócrita, em que os homens em geral formam suas opiniões guiando-se mais pela vista do que pelo tato, pois a todos é dado o ver, mas a poucos é dado o sentir. Hodiernamente, esse literatura assemelha-se aos desafios da automedicação entre os jovens brasileiros, no qual a ausência de pensamento individual os levam á impotência diante do mundo que a ideologia constrói. Nesse contexto, deve se analisar como a falta de informação e o indivividualismo influenciam na problemática em questão

Convém ressaltar, a principío, que a partir do levantamento de pesquisas, nota-se que a automedicaçao é prática comum em mais de 90% da população brasileira, segundo dados do Institudo de Pesquisa Hibou. Nessa esfera, é importante frisar que tal prática é proveniente de uma cultura enraizada, já que desde o início farmacêutico no Brasil, os espaços de compra de remédios possuem vedagem livre, o que facilita até os dias atuais a compra indevida de remédios. Um dos conceitos filósoficos de Francis Bacon, se aplica perfeitamente á situação. A automedicação, conforme permanece a ser produzida, torna-se enraizada e freguente.

Ademais, a fluidez dos tempos pós modernos, como cracteizou o sociólogo Baumam, contribui para tal problema, o que gera uma questão notoriamente dificil em relação a empatia. Isto é, nesta sociedade em que as pessoas não conseguem desenvolver ferramentas, conexões que possam ajudar uns ao outros indubitavelmente há um desunião. Por conseguência disso, o corpo social é prejudicdo, tornando-se a automedicação mais do que uma atitude esporática, mas uma prática corriqueira e de alto risco.

Torna-se evidente, portanto, que medidas devem ser tomadas para mitigar os fatos supracitados. Em primeiro plano, cabe ao Ministério da Educação em parceria com a OMS, intensificar a promoção de palestras em instituições de ensino, ministradas por agentes de saúdes, intensifcando a reflexão e o alerta frente aos riscos da automedicaçao, com espaços destinados a dúvidas e opiniões. Outrossim, o Governo Federal deve fortalecer recursos para maior visibilidadade desta ação por meios midiáticos e cartazes em ambientes públicos. Dessa forma, as taxas de automedicação entre os jovens poderá ser reduzida, e construiremos uma sociedade mais empática