Automedicação em debate no século XXI
Enviada em 13/08/2020
Na obra “utopia”, do escritor inglês Thomas More, é retratada uma sociedade perfeito,na qual o corpo social padroniza-se pela ausência de conflitos e problemas. No entanto,o que se observa na realidade contemporânea é o oposto do que o autor prega já que a automedicação apresenta barreiras, as quais dificultam a concretização dos planos. Esse cenário é fruto do precário sistema de saúde pública,bem como da falta de empatia da pós modernidade.
Primeiramente, é fundamental que a saúde pública Brasileira deriva da baixa atuação dos setores governamentais, no que concerne à criação de mecanismo. Segundo o pensador Thomas Hobbes,o estado é responsável por garantir o bem estar da população, entretanto, isso não ocorre no Brasil, devido a falta de atuação das autoridades e o precário atendimento nos hospitais públicos, as pessoas recorrem a internet e se automedicam.
Ademais, a fluidez dos tempos pós modernos, como caracterizou o sociólogo Zygmurt Baumam, contribui para o problema. Nesta sociedade em que as pessoas não conseguem desenvolver ferramentas e conexões para ajudar aos outros, é evidente que, há uma divisão. Sendo o corpo social prejudicado e as minorias ocultadas.
Portanto, medidas estratégicas são necessárias para resolver a questão. Assim, o ministério da saúde deve proporcionar melhores atendimentos nos hospitais e postos de saúde,com contratação de mais profissionais, que em parceria com o ministério da educação realizem palestras nas escolas que alertam sobre os perigos da automedicação. A fim de alcançar uma sociedade perfeita como propôs a utopia de More.