Automedicação em debate no século XXI
Enviada em 17/08/2020
É muito comum na sociedade brasileira a recomendação de remédios sem o parecer de um médico. A problemática em relação a tal situação é os problemas de saúde que podem ser gerados com isso, causando possivelmente a morte. Esse costume é causado por conta de um longo período de desinformação no Brasil, fazendo com que as pessoas não buscassem por uma avaliação profissional, preferindo acreditar em automedicações e remédios milagrosos.
Primeiramente é importante destacar que o Brasil é um país que nunca possuiu uma educação de extrema qualidade, sendo reconhecida por outros países. Essa precariedade na educação, ou até mesmo a falta dela em vários lugares, fez com que muitas pessoas não tivessem o conhecimento a cerca dos perigos dos medicamentos, e da importância de uma avaliação profissional. Assim muitos são levados pelo censo comum passando a depositar extrema confiança em substâncias que podem prejudicar sua saúde.
Ademais, também é importante entender que sim, o senso comum em certos casos está certo, além de que a automedicação ajuda o sistema de saúde a funcionar de forma mais eficiente. Porém deve-se ter em mente que sempre é necessário buscar saber dos efeitos colaterais da medicação, atitude essa que poucos tem. Dessa forma muitos perdem a vida por conta do consumo indisciplinado de medicamentos diversos.
Portanto, a fim de que seja resolvida tal problemática, diminuindo a automedicação sem os cuidados que são indispensáveis, faz-se necessário uma atuação conjunta do Governo Federal com alguns de seus ministérios, priorizando o investimento no sistema educacional e melhorando o sistema de saúde pública. Com uma melhor educação mais pessoas entenderiam a importância de se avaliar periodicamente com os diversos profissionais da saúde, ao invés de se remediar às cegas, já, com um sistema de saúde eficiente e funcional, a população se sentiria mais encorajada a buscarem por ajuda médica. Dessa forma teria-se uma sociedade mais instruída e responsável, valorizando ainda mais suas próprias vidas.