Automedicação em debate no século XXI
Enviada em 07/10/2020
“A saúde depende mais das precauções que dos médicos”. Esse pensamento do teólogo francês Jacques Bossuet pode ser relacionado com a automedicação no século XXI, pois para evitar esse problema, consiste na prevenção dele. Entretanto, a falta de orientação educacional e a influência do meio social têm aumentado o número de casos de pessoas que se automedicam. Dessa forma, para reduzir essas adversidades, são necessárias, medidas de caráter exequíveis.
Faz-se necessário, antes de mais nada, considerar que segundo a teoria da tábula rasa de John Locke, “O ser humano é como uma tela em branco que é preenchida por experiências e conhecimentos”. Com base nisso, pode-se levar em consideração que a falta de orientação educacional sobre a automedicação é extremamente preocupante, porque pode ocasionar sérios problemas de saúde. Ademais, conforme a OMS (Organização Mundial da Saúde), 55% das pessoas que se automedicam são por escassez de instrução educacional, isso acarreta o surgimento de super bactérias. Logo, é notório analisar que a falha na orientação provoca o surgimento de doenças, sendo importante a redução desse caso.
Outrossim, é imprescindível insistir no fato de que a influência do meio social aumento o número de pessoas que se automedicam. Um exemplo disso é reproduzido na série “Dr House”, em que o médico infectologista House é viciado em um medicamento que diminui suas dores musculares, assim induz muitos pacientes a praticarem a mesma atitude. Além disso, segundo o Ministério da Saúde, 79% daqueles com mais de 16 anos se automedicam. Dessa maneira, observa-se que o meio social tem grande influência para o uso discriminado de remédios, à vista disso é considerável amenizar essa adversidade para futuramente não ter consequências negativas para a saúde da sociedade.
Compreende-se, portanto, que é imperioso sanar a falta de orientação educacional e a influência do meio social, consequentemente, reduzir a automedicação. Sendo assim, deve haver ação do Ministério da Educação, que tem a função de melhorar a educação no território nacional, em parceria com meios televisivos, para amenizar a escassez da instrução educacional, por meio de campanhas publicitárias televisivas e palestras nas escolas explicitando os malefícios da automedicação, com a finalidade de orientar a população. Ademais, deve ter atuação do Ministério da Saúde, que tem a função de dispor de condições para a proteção e recuperação da saúde, em parceria com postos públicos, para reduzir a manipulação do meio social, por intermédio de orientação sobre o uso discriminado de medicamentos, a fim de diminuir a automedicação. Destarte, automedicação ira ser reduzida, em seguimento, mantendo a saúde por precauções públicas eficientes.