Automedicação em debate no século XXI
Enviada em 15/11/2020
A automedicação em muitos casos podem resultar em riscos não somente individuais mas como também em massa. Isso se dá por exemplo com um paciente que se automedica com antibióticos, se não utilizados corretamente podem selecionar as bactérias mais fortes dando origem a superbactérias imunes contra essas antibióticos, se essa superbactéria se espalhar é um risco à população. Portanto, é necessário medidas de prevenção a esse problema.
Antes de tudo, o problema começa na falta de regulamentação nas farmácias na venda desses remédios. Além de antibióticos que causam superbactérias selecionadas, se tem também remédios que podem resultar em reações alérgicas, dependência e até a morte. Segundo Paracelso, médico e alquimista suíço da idade média, “Todas as substâncias são venenos, não existe nada que não seja veneno. Somente a dose correta diferencia o veneno do remédio.”
Depois, a continuação da problemática é a falta de informação recebida pela população sobre os riscos. Essa falta de educação pode ser relacionada ao baixo investimento na divulgação de informações como o mal uso pode desencadear reações graves .
Com o intuito de resolver essa problemática, o Estado urge por meio de recursos do ministério da educação, promovendo campanhas em redes sociais pra auxiliar na prevenção. Outrossim, o Poder legislativo deve promover leis de segurança para serem regidas nas farmácias e a venda de medicamentos ser somente feita com assistência de um farmacêutico ou só com prescrição médica. Assim será possível uma significante redução de automedicações