Automedicação em debate no século XXI

Enviada em 22/12/2020

A automedicação com certeza não é uma invenção atual, pois desde o período colonial no Brasil, com a chegada das boticas vindas da Europa, a população já tinha adotada essa prática. Porém, trazendo-se para um contexto atual, não se era comum a discussão entre os séculos XVI e XIX, como hoje, os perigos da livre ingestão de remédios. todavia, os dois principais problemas, que provocam a prática da automedicação são: a cultura e a educação.

Nesse contexto, a educação do indivíduo é o que certamente, o promove  a aceitar os benefícios do independente consumo de remédios, e sem pensar nos ricos e consequências, pois outras pessoas também ingerem medicações de forma “automática”, ás vezes, sem nunca ter ouvido falar da droga, só porque por ex: um amigo recomendou. e as consequências, sem dúvidas, podem ser; uma intoxicação; um agravo do nível dos sintomas ou morte. Então cabe a autoria do irresponsável ministério da saúde,tomar conciência.

Ademais, a influência da família e amigos quanto a automedicação é bem forte, e por exemplo: o pai ou a mãe manda seu filho tomar paracetamol,porque está com dor de cabeça. E por razão, impulsiona na terrível elevação do número de pessoas se autodiagnosticando,graças a uma cultura leiga.

Portanto, objetivando solucionar as possíveis causas da automedicação que ocasionam seus perigos; primeiro, o ministério da saúde deve criar campanhas sobre os riscos e as soluções para a automedicação racional, e a sua Agência Nacional de Vigilância Sanitária(Anvisa), a fim de educar e cuidar da saúde da sociedade; segundo, a família também deve ter a obrigação de instruir a importância de um médico profissional.