Automedicação em debate no século XXI

Enviada em 22/11/2020

A série “Doctor House”, narra a história de um hospital universitário fictício que possui como protagonista um médico infectologista que se automedica e afirma que todo ser humano mente. Da mesma maneira, em questão ao debate da automedicação no século XXI, aos pacientes que apresentam dores e sem conseguir um atendimento imediato em postos de saúde ou hospitais se automedicam. Assim, é necessário solucionar a precarização da saúde e orientar a população sobre os ricos da automedicação.

Primeiramente, nota - se a precarização da saúde por meio do Sistema Único de Saúde (SUS), onde ocorre uma grande demora ao atendimento de pacientes que não possuem condições de pagar por uma consulta. Esse comportamento é comprovado através de pacientes que muitas vezes sentem dores de cabeça ou musculares, mas são consideradas dores menos importantes pelos próprios médicos. Desse modo, com a falta de recursos adequados para exercer a medicina dão atenção a casos considerados mais graves. Como consequência, ocorre uma má administração de medicamentos.

Outrossim, é importante ressaltar os riscos que a automedicação pode ocasionar  saúde. Isso decorre, devido à falta de orientação e esclarecimento por órgãos competentes. Ademais, é muito fácil a compra de medicamentos mesmo havendo prescrição médica, de acordo com a médica Ligia Raquel “O consumo indiscriminado de medicamentos traz consequências à saúde da população.” Desarte, é necessário uma maior divulgação sobre os riscos de remédios.

Considerandos os aspectos mencionados, fica evidente a necessidade de medidas para reverter a situação. O Ministério da Saúde, deve por meio de parcerias públicas e privadas ampliar a eficácia do SUS para que se obtenha melhores recursos na melhora e prevenção de doenças. Dessa forma, será possível a agilidade de atendimentos. Afinal, conforme afirma o cientista  Paracelso " Não há nada na natureza que não seja venenoso. A diferença entre o remédio e o veneno está na dose".