Automedicação em debate no século XXI

Enviada em 27/11/2020

É notório que automedicação no século XXI é uma das problemáticas preponderantes que o Brasil tem que resolver. Dessa forma, dentre tantos motivos relevantes a automedicação sem prescrição médica e os efeitos péssimos do mesmo sobressaem-se no cenário atual. Por conseguinte, destaca-se a necessidade de promover melhorias na conscientização populacional do país. Posto isto, trará benefícios significativos à população.

Em primeiro de lugar, pesquisas realizadas pelo G1 indicam que metade dos brasileiros tem um hábito de se automedicar, e dados comprovam que cerca de 47% se automedicam uma vez ao mês e 25% toda semana, totalizando em média 72% dos habitantes. Por conseguinte, o uso de medicações para um alivio imediato de dores, pode ocasionar problemas mais graves, como principais exemplos, dificultar o diagnóstico da doença caso necessite de uma consulta médica, reações alérgicas ou a morte. Em síntese, um dos principais medicamentos utilizados pelos brasileiros sem prescrição médica são, antibióticos, analgésicos, relaxante muscular, entre outros.

Segundo Freire, “Ninguém educa ninguém, ninguém educa a si mesmo, os homens se educam entre se, mediatizados pelo mundo”, a princípio, mesmo a população sabendo que é errado se medicar sem consulta médica, correndo o risco de se acarretar um problema mais grave, ainda sim preferem se arriscar, buscando ajuda de algum familiar ou amigo, sobre tal medicamento. Assim, o consumo inadequado de remédios, pode provocar uma reação de imediato ou quando estiver na velhice.

Portanto, a mídia como principal influência da população deveria promover campanhas publicitárias, que possam orientar as pessoas sobre os devidos cuidados com automedicação sem se orientar com um especialista. Nas escolas, deve incrementar palestras para o público jovem, alertando-os sobre os possíveis riscos ao tomar medicamentos sem uma indicação médica, já que recebem indicações de seus responsáveis. As pessoas carecem, de uma conscientização por parte do assunto, para que seus filhos ou parentes não sofram no decorrer da vida.