Automedicação em debate no século XXI
Enviada em 12/01/2021
“É um pequeno passo para o homem, mas um grande passo para a humanidade”. Essa frase foi dita por Neil Armstrong ao pisar na Lua em 1969. Paralelamente, enquanto países estrangeiros levaram indivíduos ao espaço no século XX, o Brasil atual não consegue lidar com a automedicação no século XXI. Nesse sentido, nota-se que é preciso se atentar à questão governamental, bem como a irresponsabilidade populacional.
Em primeira análise, enxerga-se a negligenca do Estado como principal razão do impasse. Acerca dessa temática, a Carta Magna de 1988, documento de hierarquia máxima do país define que todas as pessoas têm direito à saúde, dignidade e ao bem-estar social. Todavia, infere-se que a situação atual vai de frente com o princípio constitucional citado, uma vez que há ausencia do governo em termo de consientização populacional acerca dos efeitos da medicação irresponsável.
Em segundo plano, nota-se que há uma certa negligência da população. De acordo com a seguinte frase do filósofo Platão: “o importante não é viver, mas viver bem”. Desse modo é notado que há irresponsabilidade por parte dos brasileiros, haja vista que estes priorizam o bem estar mometâneo, em detetrimento da saúde a longo prazo.
É indubitável, portanto, que medidas plausíveis devem ser tomadas. Logo, cabe ao Ministério da Saúde juntamente com o Congresso Nacional, traçar um plano para conscientizar a população, juntamente com influenciadores e mídias digitais fazerem campanhas de modo a evitar o problema, para que os indivíduos afetados se tornem independentes desse imbróglio, a fim de combater e debater a automedicação no século XXI para que no futuro possa mudar essa situação de fragilidade.