Automedicação em debate no século XXI
Enviada em 17/04/2021
No Brasil, os indígenas antigamente não tinham médicos para que cuidassem corretamente de seus ferimentos, então o tratamento doenças eram feitas pelos pajés, através de “remédios do mato”, feitos com plantas. Com isso, esse ato enraizou-se na sociedade brasileira, crescendo cada vez mais a automedicação, trazendo diversas problemáticas em decorrência a insuficiência legislativa e a reações negativas ao ingerir o remédio errado. Nesse sentido, cabe analisar os fatores que favorecem esse quadro.
Em primeiro plano, tem-se a falta de eficiência nas leis brasileiras visando a escassez do comprometimento politico. Conforme a constituição brasileira de 1988, o Estado tem o dever de garantir saúde e segurança a todos os cidadãos. Entretanto, na prática, esta lei não é seguida corretamente, visto que a sociedade utiliza remédios por conta própria ou por indicação para o tratamento de doenças e esse ato pode causar diversos prejuízos ao enfermo. Isto advém pela falta de médicos em algumas regiões, ocorrida por falta de investimento do governo, transgredindo assim suas responsabilidades.
Ademais, é preciso analisar os adverses relacionado ao autotratamento, ocasionando consequências ao corpo. É notório que a automedicação pode levar a overdose, ocorrendo quando se usa medicamentos em doses excessivas. Além disso, com o uso discriminado de antibióticos, pode causar o surgimento de bactérias resistentes a medicamentos as chamadas “super bactérias” podendo dificultar no tratamento ou até mesmo levar a morte. Logo, isso mostra que o Estado deve está presente, para evitar que tais problemáticas continuem a existir, assegurando o tratamento adequado a todos os brasileiros.
Dessa maneira, a fim de minimizar os impactos da automedicação no Brasil, é preciso que haja meios de intervir diminuindo assim suas problemáticas. Portanto, é preciso que o MJ (Ministério da Justiça) busque maneiras de aumentar a equipe medica, através de programas para a seleção de médicos que podem ir para outros locais do Brasil, com a finalidade de levar os profissionais de saúde para locais que estejam precisando de médicos. Além disso, a mídia também deve fazer propagandas mostrando as problemáticas da automedicação, como os efeitos que essa prática pode causar ao ser humano. Dessa forma, o autotratamento irá diminuir cada vez mais, mostrando assim, que o Estado está praticando os seus deveres corretamente.