Automedicação em debate no século XXI

Enviada em 30/04/2021

Na obra “utopia”, do escritor inglês Thomas More, é retratado uma sociedade perfeita, na qual o corpo social padroniza-se pela ausência de problemas e conflitos. Entrentanto, a automedicação apresenta-se como um desafio para a saúde plena dos brasileiros, causando uma desestruturação social. Diante disso, é necessário analisar como a intoxicação medicamentosa e a resistência bacteriana contribuem para a problemática em questão.

Primordialmente, é preciso compreender como uma intoxicação afeta a saúde dos brasileiros. Segundo a antropologia Lívia Barbosa, ela afirma que o jeitinho brasileiro é sempre uma forma “especial” de se resolver algum problema ou situação difícil ou proibida. Nesse contexto, uma intoxiacação medicamentosa é uma consequência desse “jeitinho”, pois a curto prazo a ação de se auto medicar aparenta ser inofensivo, porém a longo prazo o envenenamento por medicação causa diarréia, vômito, tontura e em alguns casos leva à morte. Então, o consumo indiscriminado de medicamentos revelação-se como barreira de saúde plena dos cidadãos.

Outrossim, atrelado a envenenamento medicamentoso, a resistência bacteriana também provoca a problemática. Sendo Assim, de acordo com a teoria da seleção natural do naturalista Chales Darwin, sobrevive ao meio os requisitos com características favoráveis ​​às condições de tais. Sob esse viés, o uso de medicamentos sem prescrição médica podem acarretar no surgimento das superbactérias, pois o tratamento erroneo minimiza os sintomas primários, causando uma falsa impressão de cura, bem-estar, por conseqüência, favorecem a ploriferação dos indivpiduos mais adaptados às condições determinadas. Não é à atoa, portanto, que a automedicação ainda é bastante frequente na sociedade brasileira e prejudica a saúde da população.

Torna-se evidente, portanto, quanto a intoxicação e a resistência bacteriana apresentam-se como um obstáculo para uma saúde plena dos brasileiros. Sendo assim, é fundamental que o Governo Federal, em parceria com a mídia, promova campanhas públicas, como qual abordagem ou “jeitinho” como um dos fatores para a automedicação, além de mostrar também os efeitos dessas ações na vida da população, propagadas por meio das redes sociais e da televisão.Dessa forma, será possivel atenuar os machos automedicação como um desafio para saúde dos brasileiros,