Automedicação em debate no século XXI

Enviada em 20/04/2021

Incontáveis são os debates relacionados a automedicação na sociedade brasileira.  O tema possui ainda mais relevância quando analizam-se os malefícios ao organismo e a alta probabilidade de vício.

Inicialmente é nescessário compreender que a ingestão de medicamentos sem prescrição é inconsequente. Segundo a Organização Mundial da Saúde(OMS), 50% da população o faz, estando assim, vulnerável a vários males, como por exemplo, intoxicação devido ao mal uso de remédios, o que representa 28% do total de casos.

Além disso, outro grave problema da automedicação é o vício. O melhor exemplo disso é a Ritalina, indicada para hiperatividade e deficit de atenção. Porém essa substância é altamente contrabandeada e comercializada em universidades, prometendo melhorar o desempenho acadêmico. Segundo o Dr. Ivan Coelho, no G1, o medicamento vicia e pode causar convulsão, taquicardia, psicose, ansiedade e até morte súbita, quando não prescrito.

Portanto a automedicação na sociedade brasileira, além de frequente é perigosa, logo, uma consulta médica é indispensável, a fim de evitar que o remédio se torne um problema maior que a doença.