Automedicação em debate no século XXI

Enviada em 24/04/2021

O filósofo francês Jean-paul defende que cabe ao ser humano escolher seu modo de agir, pois esse seria livre e responsável. no entanto, percebe-se uma irresponsabilidade no que concerne a questão da automedicação. Nesse sentido faz-se necessário verificar como a falta de debate e o legado histórico sustenta essa problemática afim de mitiga-la.

Primeiramente, vale ressaltar que a falta de debate colabora severamente para esse cenário. Jurguem kabermas, filósofo alemão, contribui com o princípio da ação comunicativa, segundo a qual o diálogo dentro da comunidade é um artificial elementar para oe entendimento humano.sob esse viés, o silenciamento afeta a compreensão coletiva, o que potencializa a automedicação já que para ser resolvido faz necessário debater sobre.

Ademais, convém analisar o legado histórico caracterizando como outro intrico agravante do problema. Nesse contexto Pierre boudieu, sociólogo francês contribui ao afirmar a teoria do “Habitus” segundo a qual constata que as estruturas sociais são incorporadas pelo indivíduo ao longo do tempo, fazendo com que tal comportamento de uma época seja naturalizado pela sociedade.isto é, a automedicação tornou um problema hereditário vindo de séculos anteriores até a data presente.

Portanto, para combater a irresponsabilidade da automedicação, cabe ao ministério da educação promover palestras em escolas-a serem conferências web nas redes sociais, visto permitirem a alcançar um público abrangido. Por meio, então, de colocar com exclusão do problema e especialistas no assunto, afim de trazer lucidez sobre a automedicação. por dessa maneira proporcionam avanços que desamarrem essa prática do passado no contidiano brasileiro, e assim viabilizar que a questão da automedicação seja compreendida em sua totalidade