Automedicação em debate no século XXI

Enviada em 04/05/2021

Com o passar dos anos e a evolução dos conhecimentos na área da medicina cada vez maior, a automedicação tem se tornado uma realidade na rotina da maioria dos brasileiros. No livro “a sociedade do espetáculo”, observa-se a qualidade de vida empobrecida em razão da falta de autenticidade das pessoas. Além da imagem perfeita que cada um tenta passar e da busca por resultados intelectuais inatingíveis.

Logo, essa também é uma realidade brasileira. Na qual pessoas se auto medicam em busca de melhores resultados intelectuais sem pensar nas consequências. Isso se dá muitas vezes pela grande concorrência no mercado de trabalho. Dessa forma, tais medidas são retiradas, principalmente, pelos jovens prestes a entrar na faculdade e jovens do ensino médio, em virtude da pressão estudantil e concorrência cada vez maior. Portanto, agem sem pensar e continuar à procura de medicações, não necessária, para combater a ansiedade ea pressão que vestibulares e provas como o enem, trazem ao aluno.

Convém lembrar, o uso exagerado de medicações a fim de aumentar o foco e desempenho neurológico de cada indivíduo. Pesquisa do ICTQ (instituto de ciência tecnologia e qualidade), mostrada que a automedicação e prática por 76,4% dos brasileiros, sendo a maioria jovens entre 16 e 24 anos. Além disso, uma pesquisa apontou que quase 32% dos que se automedicam costumam aumentar a dose do remédio por conta própria. Trazendo, assim, consequências piores para o conflito.