Automedicação em debate no século XXI
Enviada em 28/05/2021
Conforme a primeira Lei de Newton, a lei da inércia, a qual afirma que um corpo tem de permanecer em movimento, até que uma força atue sobre ele, mudando de percurso, a automedicação em debates no século XXI é um problema que persiste na sociedade há muito tempo. Com isso, ao invés de funcionar como uma força capaz de mudar o percurso da problemática, a combinação de fatores como aliviar dores e o avanço tecnológico acabam por contribuírem para a situação atual.
Em primeira análise, cabe pontuar que é muito comum entre os brasileiros comprarem remédios quando estão com dores, sem prescrição médica. Nesse sentido, de acordo com o Ministério da Saúde 75% da população brasileira quando estão com dores seja forte ou fraca se automedica. Por certo, essas atitudes levam a sociedade ao hábito de sempre tomar remédios sem procurar um hospital. Como resultado, a automedicação contribui para a dificuldade e atraso no diagnóstico de determinadas doenças, agravando o problema.
Ademais, convém analisar que a sociedade prática a automedicação, por meio de indicações incorretas através da internet ou familiares. Certamente, por causa da Revolução Tecnológica que trouxe consigo inúmeras formas de comunicações como o acesso a internet que nela podemos encontrar qualquer informação. Contudo, o indivíduo utiliza essa nova ferramenta incorretamente, por exemplo, faz o autodiagnóstico ou pesquisa algum medicamento quando estão sentido dores. Porém, elas coleta conhecimento inadequados, prejudicando a si mesmo.
Dessa forma, são necessárias forças suficientes para mudarem a trajetória do impasse no Brasil. Portanto, é mister que o Ministério da saúde aliado à mídia, crie projeto como “Procure um médico”, nos meios de telecomunicações em redes sociais dos Senadores e Ministros, facebook, instagram, whatzapp e youtuber, palestras, documentérios e vídeos educacionais, feito por especialistas na aréa da saúde e cientistas, sensibilizando os cidadãos a respeito do uso de medicamentos sem prescrição médica, a fim de mitigar a automedicação na sociedade, consequentemente, fomentar o medicamento como um bem para todos.