Automedicação em debate no século XXI

Enviada em 24/06/2021

Desde a pré-história, os medicamentos já eram cotidianos na rotina da raça humana, sendo na maioria das vezes, encontrados em ervas naturais. Porém, com o avanço da medicina, principalmente a partir do ano de 1928, quando foi descoberta a penicilina, houve diversas mudanças no que se diz sobre os medicamentos, uma vez que eles se tornaram cada vez mais avançados, e, devido a isso, a automedicação pode corroborar com dois fatores: o surgimento de superbactérias e em graves efeitos colaterais.

Em primeiro plano, as superbactérias são bactérias que obtiveram resistência às medicações através do uso inadequado destas. Por exemplo, ao parar de tomar determinada medicação contra alguma doença apenas pela ausência de efeitos colaterais, caso comum em cenários de automedicação, muitas vezes acabam por haver micro-organismos que sobreviveram e são mais resistentes ao medicamento, assim passando esses genes para seus descendentes.

Ademais, como a automedicação não tem o acompanhamento de um profissional, o indivíduo que se medica muitas vezes pode tomar uma dose maior que o necessário, o que em casos mais graves pode ter consequências graves, como por exemplo a overdose. Não só isso, mas também o uso indevido pode afetar regiões do corpo que não estavam sendo sofrendo de nenhum mal, entretanto, com o remédio afetando essas áreas, é possível que diversos problemas surjam, sendo provável até mesmo do surgimento de sequelas permanentes.

Portanto, visto os fatos citados, o Governo Federal, juntamente com o Ministério da Saúde, deve criar propagandas de conscientização, através do investimento do dinheiro público para financiar o projeto que será feito com a colaboração de profissionais de marketing com médicos, estruturando e dando uma forte base para as propagandas que serão criadas. Assim, será possível alcançar o objetivo de mitigar os acidentes com a automedicação, e, consequentemente, diminuir as fatalidades.