Automedicação em debate no século XXI
Enviada em 17/06/2021
Segundo dados do Conselho Federal de Farmácia (CFF) cerca de 47% dos brasileiros se automedicam pelo menos uma vez por mês. Por conseguinte, esses números ratificam que a automedicação está presente na vida dos cidadãos do Brasil. Com efeito, evidencia-se a necessidade de prover melhorias no que tange ao uso de remédios sem prescrição médica, que está presnete pela má influência mediática, além da polarização de interreses financeiros.
De acordo com Pierre Bourdieu, o que foi criado para ser instrumento de democracia não deve ser convertido em artifício de opressão. Nessa pespectiva, observa-se que a mídia, em vez de promover debates que elevem o nível de informação da população, acaba influenciando na consolidação do probelma, por meio de propagandas chamativas.
Outrossim, vale salientar que conforme Arthur Schopenhauer, o maior erro do homem é sacrificar sua saúde a qualquer outra vantagem. Sob essa lógica, é possível perceber que o capitalismo influência na busca insaciável por dinheiro, pois os indivíduos possuem uma vida corriqueira onde acabam deixando seu bem estar em segundo plano. Tornando imprencidível, assim sendo, o rompimento dessa conjuntura.
Portanto, é preciso que o Ministério da Saúde em parceria com a mídia, desenvolvam estratégias de consientização, por meio de propagandas nas redes sociais, TV e jornais. A fim de eclarecer a população sobre as conequências do uso de medicamentos sem prescrição médica. Dessa forma, será possível diminuir a automediação e seus impactos na vida dos brasileiros.