Automedicação em debate no século XXI
Enviada em 18/06/2021
O elevado índice de transtornos sociais provocados pela automedicação no Brasil, mostra-se como um problema nocívo à sociedade, pois compromete o desenvolvimento do potencial psicossial das vítimas. Logo, seja pela pouca atenção de políticas públicas de inserção da população marginalizadana garantia do direito fundamental à saúde, seja pela corrupção que atua nos desvios de verba, essa grave problemática requer intervenção imediata.
Decerto, observa-se a necessidade de melhorias de políticas públicas relacionadas à saúde, para que o seguro-saúde público realmente seja democratizado. Nesse sentido, está previsto, no artigo 6° da Constituição de 1988, que a saúde é um direito fundamental destinado à população. Entretanto, essa valor não é distruibuído de maneira que todos sejam beneficiados. Por exemplo, o alto índice de pessoas de baixa renda que ingerem remédios sem a prescrição médica, pois não tem acesso as informações e a um sistema de saúde de qualidade. Dessa forma, maiores investimentos, em áreas marginalizadas, é imprescindível para reduzir esse contratempo social.
Ademais, vê-se que a corrupção compromete diretamente no desenvolvimento do bem-estar social, dificultando a chegada de verba em prol para melhorias à sociedade. Nessa lógica, segundo Aristóteles, a política deve ser utilizada de modo que, a partir da justiça, a sociedade chegue ao equilíbrio. Faz-se analogia a esse pensamento, os desvios de verbas que torna a sociedade desequilibrada, porque dificulta na chegada de verbas, assim impedindo melhorias nos postos de sáude que orientam e regulam a medicação do povo.
Portanto alternativas são necessárias para sanar esse impasse no País. O Poder Público, deve divulgar os malefícios da automedicação, por meio das ações midiáticas em horários nobres, com a finalidade de conscientização da população sobre os riscos. E também, aumentar as fiscalizações com o intuito de impedir os desvios de verba.