Automedicação em debate no século XXI
Enviada em 18/06/2021
A pode ser entendida como a utilização de medicamentos por conta própria ou por indicação de individios não habilitados, ou seja, sem orientação médica. Cada vez mais as pessoas autoavaliam seus sintomas e, guiadas pelo senso comum ou por uma pesquisa na internet, decidem qual medicamento lhes parece favorável. Podem-se apontar como uma dessa conduta o sucateamento do sistema público de saúde e o markenting farmacêutico. Assim, cabe ao governo criar uma política pública, como objetivo de reduzir os altos indices de automedicação entre os brasileiros de omenizar os graves conseguências dessa escolha.
É válido ressaltar, primeiramente, que a falta de investimento na saúde pública no Brasil, é evidenciada pelo mau funcionamento de muitas clinicas e hospitais, que carecem de infraestruturas adequada, de produtos médicos-hospitalares e, muitas vezes, inclusive, de profissionais. Esse sucateamento acaba gerando descrédito e impaciência por parte da população em relação ao Sus- Sistema Unico de Saúde, que por esse motivo, é visto como um sistema falho e rejeitado, fazendo assim, com que muitas pessoas recorrem ao uso de medicamento sem prescrição médica.
Os reflexos desse uso inadequado e indiscriminado de remédios-por dosagens ou por tempo de utilização incorretes, por exemplos são múltiplos e graves são apessar para a própria usuária, mas também para a coletividade em geral. Pode-se citar, no âmbito pessoal, o desenvolvimento de uma dependência em algum produto ou a intensificação de determinada doença, de vida ao surgimento de superbacterias, o que pode acabar influenciando na saúde da população. Isso ocorre porque essas bacterias super-resistentes por terem uma condição genética favorável são imunes a diversas antibióticas, o que favorece sua proliferação e dificulta, principalmente sendo em larga escala, ó tratamento da enfermidade, fazendo com que haja uma sobrecarga do sistema de saúde.
Faz-se necessário, portanto, objetivando minimizar o abuso de medicamento, e reduzir a incidência de superbacterias na sociedade, que o Governo Federal, responsável por garantir a saúde da população, aumente a eficiência do Sus. Essa ação deve ser realizda por intemédio do redireciamento dos investimento encaminhadas paara a saúde de forma que as clinicas e os hospitais públicas tenham capacidade de suprir as necessidades medicas da nação.