Automedicação em debate no século XXI

Enviada em 18/06/2021

Como análise inicial, é perceptível que a automedicação é um hábito comum na população brasileira. Atualmente o debate sobre tal temática representa uma questão envolvendo análises diversas. Nesse contexto, é de fundamental importância discutirmos as principais consequências dessa problemática enfrentada pela sociedade.

Diante desse cenário, primeiramente, cabe ressaltar, que a automedicação é um fator essencial para a economia e saúde por evitar gastos desnecessários a depender do caso clínico. Em consequência disso, tratando-se de um caso mais grave a automedicação pode se tornar um fator de agravamento de sintomas e consequentemente se não for tratado com um profissional de saúde poderá causar a morte do indivíduo. Tal situação é descrita pelo médico Anthony Wong sobre o tratamento voluntário de sintomas.

Em conjunto a esse grave problema, segundamente, relacionado ao tratamento de sintomas percocemente, a ineficácia do SUS por falta de administração eficácia ainda é digno de nota. Ainda convém lembrar como uma de suas vertentes, de maneira análog ao pensamento, por falta de organização governamental as instituições estatais de saúde não operam de forma eficiente. Cabe enfatizar que legislações como a Constituição Federal e a Declaração Universal dos Direitos Humanos já visem o direito à saúde, enquanto não houver amadurecimento político-social, não haverá mudanças.

Mediante ao exposto, para que o funcionamento do SUS ocorra de maneira eficaz e ágil, é necessário maior amadurecimento social, por meio de movimentos sociais organizados; Nesse sentido, cabe aos líderes desses movimentos desenvolver formas de conscientizar a população levando assim uma pressão em políticos a adotarem uma postura que melhore e seja favorável ao Sistema Único de Saúde. Espera-se, com isso, uma melhora significativa no atendimento do mesmo levando uma forma mais otimizada e funcional de administação interna.