Automedicação em debate no século XXI

Enviada em 21/07/2021

A série “Young Royals” exibe como alunos do ensino médio abusam de remédios para mehorar o desempenho escolar por meio da automedicação, ao mostrar a facilidade em que August vende compridos para outros estudantes. Infelizmente, essa realidade não se resume às telas, visto que, na contemporaniedade há uma perigosa cultura da automedicação no Brasil, ressaltando a necessidade de debater este assunto no século XXI.

O documentário “Take your pills”, por exemplo, explica o motivo de alunos utilizarem medicamentos destinados à pacientes com TDAH, Transtorno do déficit de atenção com hiperatividade, mesmo que sem diagnóstico, isto porque desejam apresentar um melhor desempenho escolar sem considerar as consequências da automedicação.

Entretanto, esta cultura da automedicação não se resume apenas aos estudantes. Na verdade, o simples hábito de optar por tomar remédios sem prescrição médica ao apresentar sintomas como febre, dor de cabeça e outros sintomas é preocupante, além de ser indício da normalização da automedicação.

Não obstante, segundo a OMS (Organização Mundial da Saúde), mais de 50% dos pacientes tomam os medicamentos de forma errônea, além disso, a OMS também afirma que há um abuso de medicamentos, a polimedicação, que é prejudicial ao organismo humano se feita frequentemente.

Logo, é nítida o descuido da população brasileira a respeito da automedicação, portanto, visando aumentar o debate ao redor dessa questão é necessário que o Ministério da Saúde, responsável pela manutenção da saúde dos brasileiros, em parceria com a Câmara dos Deputados por meio de um projeto de lei, promovam uma campanha que objetive apresentar os malefícios da automedicação de forma grave, apresentando os problemas ocasionados por esse hábito.