Automedicação em debate no século XXI

Enviada em 15/09/2021

Na série mexicana “Control Z” , a personagerm principal, Sofia, adquire o hábito de se automedicar para lidar com os problemas emocionais, de modo que não procura ajuda médica. Entretanto, o uso da automedicação ainda persiste em várias parte do mundo, seja na zona rural ou nas cidades. Sob essa perspectiva, a razão motivadora, como o uso indevido de remédios na cultura do Brasil e do mundo deve ser  mudada sem morosidade.

Sob esse viés, a automedicação é uma prática bastante difundida, não apenas no Brasil, como também em outros países. Além disso, a medicação por conta própria é um dos exemplos de uso indevido de remédios, sendo considerado um problema de saúde pública no Brasil e no mundo. Nesse sentido, de acordo com a pesquisa “O Comportamento da Dor do Paulista” realizado pelo Instituto de Pesquisa Hibou, a pedido da Medecell do Brasil em 2014, o brasileiro da região Sudeste se automedica de forma indiscriminada e sem medo das consequências.

Ademais, o uso de remédios indevidos é um problema crescente na contemporaneidade, que ocorre não apenas no Brasil, como em diversos outros países do mundo, e assim, podendo desencadear sérios risco à saúde. Nessa perspectiva, segundo dados do Sistema Nacional de Informações Tóxico-Farmacológicas (SINTOX), os fármacos são o principal agente causador de intoxicações no Brasil. Sendo assim, o uso indiscriminado e irracional de anti-inflamatórios e analgésicos podem ocasionar reações alérgicas, lesões hepáticas e renais graves, irritações gástricas, hemorragia e dependência.

Pode-se perceber, portanto, que muitos desconhecem da gravidade da automedicação. Logo, é necessário que a ANVISA (Agência Nacional de Vigilância Sanitária) fiscalize as farmácias com mais rigorosidade, com intuito de erradicar a venda sem prescrição e punir quem desrespeita as leis. Dessa forma, o Governo deve investir mais em saúde para que todos os brasileiros tenham acesso a hospitais, atendimento rápido e de qualidade. Assim, é preciso que as escolas em conjunto com as ONGs realizem campanhas, pesquisas e debates que visem informar sobre os riscos dessa prática.