Automedicação em debate no século XXI
Enviada em 14/04/2022
Os medicamentos servem para tratar patologias e lesões. Porém, quando usados indevidamente, sem a prescrição de um profissional ou sem o acompanhamento devido, podem trazer sérios riscos à saúde e em alguns casos, podem levar até á morte.
Sobretudo, vale ressaltar, que a automedicação consciente tem sim o seu valor positivo, ao conseguir com sucesso resolver problemas simples de saúde e fazer com que o sistema de saúde não se sobrecarregue. Entratanto, o abuso ou o consumo indiscriminado de medicamentos pode apresentar efeitos colaterais ,intoxicações, agravamento de doenças e complicações no diagnóstico. Segundo a Associação Brasileira de Indústrias Farmacêuticas (Abifarma), anualmente cerca de 20 mil pessoas morrem por conta da automedicação.
Além disso, as propagandas dos remédios, muitas vezes, podem induzir ao consumo indiscriminado de substâncias, mesmo com certos avisos e advertências. O perigo em sí, está no fato de que a população comum, não consegue saber de fato se um medicamento pode causar efeitos colateráis graves ou ter interações negativas com outras substâncias ingeridas, e nem por quanto tempo pode ingerir a medicação, o que faz com que tal problema se torne cada vez mais frequente. Ademais, segundo o Conselho Federal de Farmácia, ocorrem 27 mil internações por intoxicação ao ano no Brasil por conta da automedicação.
Em virtude a tal problemática, faz-se necessário uma solução. O Ministério Da Saúde deve divulgar propagandas que informem a população dos riscos da automedicação indiscriminada, através dos canais de mídia (internet, televisão e rádio), com a finalidade de diminuir os casos frequentes de intoxicação e óbitos e possivelmente diminuir a demanda do sistema de saúde.