Automedicação em debate no século XXI

Enviada em 06/05/2022

Na série “Euphoria”, a protagonista faz uso de remédios oncológicos para alimentar seu vício. De maneira análoga a isso, percebe-se que a automedicação está inserida na cultura brasileira, por meio do fácil acesso a alguns remédios causando assim a dependência química. Nesse prisma, destacam-se dois aspectos importantes: o uso excessivo de medicamentos e a consequência do exagero.

Em primeiro plano, observa-se o uso exagerado de remédios sem a prescrição médica. Desse modo, o médico suíço Paracelso, diz que a diferença entre o remédio e o veneno é a dose. Sendo assim, a frase de Paracelso condiz com uma grande parte da realidade da sociedade brasileira, pois os brasileiros utilizam a má administração do Sistema de Saúde Brasileiro, para assim contribuir os cidadãos viciados. De acordo com isso, causando consequências momentâneas e futuras há quem utilizar de maneira incorreta.

Em segundo plano, é notório que o exagero em medicamentos causa consequências. Consoante a isso, a Organização das Nações Unidas (ONU) alerta que tomar medicação exagerada e sem prescrição médica pode matar até 10 milhões de pessoas até 2050, em todo o mundo. Logo, a partir da medicação sem receita médica, pode haver consequências como diagnóstico errado e também podendo levar ao vício acarretando assim problemas em que pode prejudicar todo o futuro do usuário.

Portanto, fica evidente a necessidade de uma medida que venham a conter a automedicação no Brasil. Por conseguinte, cabe ao Sistema de Saúde Brasileiro (SUS), criar campanhas publicitárias nas ruas com cartazes em todos os bairros de uma cidade e em todos os dias da semana, o qual possuem relatos de pessoas que sofreram com o vício em remédios, a fim de mostrar para os outros cidadãos as consequências que são causadas pela automedicação. Somente assim, parte da sociedade que realiza a automedicação serão alertadas para os problemas que esse tipo de medicação pode acarretar.