Benefícios das mudanças ecológicas e o que ainda precisa ser feito

Enviada em 23/11/2022

Segundo Thomas Hobbes, “O homem é o lobo do próprio homem”, nesse âmbito, a frase determina uma negligência quanto o comportamento dos indivíduos em cidadania. Dessa forma, denunciando a falta de preocupação quanto ao meio ambiente, que gera inúmeras complicações futuras para a sociedade, tendo em suma como ênfase, uma precariedade estatal e a ausência de maior pontualidade educacional.

A priori, busca-se entender uma lacuna quanto a prevalência de direitos e deveres em prisma estatal. Segundo John Locke, o Estado é responsável por todo bem estar social, bem como sua permanência em garanti-los. No entanto, vê-se que, questões ambientais ainda são negligenciadas por esse órgão público, ao qual, mesmo providenciando mudanças, tais quais prevalecem insuficientes em sociedade, visto que, o lixo depositado sobre rios e mares, não afetará apenas as vidas marítimas, mas também, chegará aos lares, complicando a saúde e bem estar dos indivíduos.

Ademais, é primordial a análise de uma negligência educacional visto a problemática. Segundo Nelson Mandela, “A educação é a arma mais poderosa para mudar o mundo”. No entanto, esse preceito é deixado de lado quanto a assuntos ambientais, visto que, ainda não se tem uma consciência do impasse, e muitos lares continuam a descartar objetos e usufruir destes pela má gestão ou intenção. Podendo assim, intensificar a alavancar uma piora do quadro, afetando a vida em diversos âmbitos.

Portando, é primordial a criação de meios que amenizem o impasse. Dessa forma, urge que organizações ambientais, em conjunto com o Ministério da Educação, priorize sua melhora. Tal ação deve ocorrer por meio de campanhas ativas, bem como sua divulgação em meios digitais, priorizando escolas públicas e lugares de extrema carência. Apenas assim, o Estado poderá ativamente trabalhar em melhor harmonia com a população, bem como, transmitir uma qualidade de vida melhor, tanto marítima, quanto humana.