Benefícios das mudanças ecológicas e o que ainda precisa ser feito

Enviada em 28/05/2024

Desde a primeira Revolução Industrial, no século XVI, nossa espécie passou a liberar gases poluentes na atmosfera, devido a queima de combustíveis fósseis. Com isso, os impactos ambientais passaram a serem sentidos em todo o planeta, tendo se agravado nos dias atuais. Assim, mudanças na relação do homem com a terra devem ser feitas, a fim de que os negativos efeitos cessem. Contudo, apesar das mudanças ecológicas propostas por alguns países e pela ciência, outros setores, ainda continuam sendo maléficos para o meio ambiente.

Em primeira análise, sabe-se que diminuir a emissão de gases poluentes, como o Carbono, na atmosfera é de suma importância. Por isso, mudanças estão sendo feitas, como propostas no Acordo de Paris, um tratado internacional, feito em 2015 por diversos países, que pretende reduzir a quantidade de poluição no planeta. Para isso, erradicar a queima de poluentes, bem como promover uma agricultura mais sustentável são práticas que estão sendo feitas em todo o planeta. Assim, diminui-se o Efeito Estufa e, consequentemente, as grandes mudanças ambientais que nosso planeta vem sofrendo, especialmente a diferença climática.

Contudo, mesmo com diversos protocolos e tratados feitos nos últimos anos, não houveram mudanças significativas, principalmente no Brasil. De acordo com o Mapbiomas Brasil, em 2023, houve um aumento de 68% no desmatamento da Amazônia, em comparação com 2022. Consequência da expansão da agropecuária, que desmata a floresta e libera gases poluentes na atmosfera, aliado à flexibilização de leis de proteção ao meio ambiente, nos últimos anos. Portanto, há de existir uma maior fiscalização e punição aos que desmatam a floresta, para que se faça o que foi proposto - e acatado - pelo Brasil no Acordo de Paris.

Assim, mesmo com alguma melhoria no debate, mudanças ainda precisam ser feitas para que se melhore a relação ecológica que o ser humano tem com a terra. Cabe, portanto, ao Poder Executivo, em parceria com instituições civis, promover uma agricultura de baixo carbono, mais sustentável, por meio de programas sociais de assistência ao pequeno e médio agricultor, a fim de reduzir o desmatamento e a emissão de gases poluentes na atmosfera, colaborando, assim, com a agenda mundial de melhora ecológica.