Caminhos e perspectivas: a participação feminina na política brasileira
Enviada em 16/02/2023
Desde do começo da república brasileira as mulheres sempre foram descartadas como líderes, nunca levadas a sério e muito menos tinham a oportunidade de serem incluídas na sociedade. Atualmente, a lei assegura que elas podem executar trabalhos e estudos livremente, sem descrminação. Porém, na prática não é tão simples.
Em primeiro lugar, as mulheres, quando são incluídas em decisões políticas, ainda sofrem com comentários e os homens excluindo elas. Precisaram fazer leis para que o mínimo de mulheres fizessem parte de partidos políticos, sendo que isso já deveria ser uma ação onde não era necessário uma obrigação. Outro ponto que mostra que as mulheres sempre foram vistas a parte pela sociedade política foi quando somente instalaram o banheiro femino no palácio em 2006, sendo que a participação política da mulher começou em meados do século vinte.
Em segundo lugar, quando as mulheres são incluídas e votadas para algum cargo, geralmente é em um estado pobre. O que mostra que elas não têm competência para administrar e comandar um estado muito importante. Porém, isso não é só culpa do partido, mas sim do cidadão. O Brasil é uma democracia, o que significa que o povo decide seus líderes, então se não existe muitas mulheres no poder isso pode ser tanto culpa do partido que ela representa e do cidadão por não votar nelas.
Portanto, que o percentual da participação política feminina esteja crescendo ainda existe um longo caminho pela frente. Uma das coisas que precisaria de uma mudança seria as cotas separadas para as mulheres, invés disso a participação feminina poderia ser conferida pela cadeira ocupada, sendo assim mais difícil de burlarem a participação delas. O Brasil precisa se lembrar que estamos no século 21 e ter mulheres empoderadas no poder é um sinal de força e não de fraqueza.