Caminhos e perspectivas: a participação feminina na política brasileira

Enviada em 12/02/2023

Desde a antiguidade, as mulheres sempre foram questionadas ou proibidas de exercerem alguma função designada propriamente a homens, sendo sempre indagada de suas atitudes. Na contemporaneidade, não é algo diferente, haja vista que o número de participação feminina na política brasileira é escasso, e tem como consequência razoes históricas e a desigualdade de gênero.

Em primeira análise, cabe observar o fator grupal. Para o filósofo John Lock, o ser humano nasce sem ideais inatas, mas o meio social faz com que esse individuo prove dos preceitos e dos preconceitos enraizados, fazendo assim, uma escolha sem muito pensar. Mulheres não tinham direito de voto e nem tão pouco o poder de se candidatar a cargos políticos, com isso, o peso histórico da coisa ainda recai atualmente, haja vista que apenas 14% ocupam cargos na política.

Ademais, a desigualdade de gênero é um dos grandes males para a evolução do combate ao problema, pois os homens ainda são vistos como os candidatos certos para ocuparem esses cargos. Deixando as mulheres como pouca capacitada para o cargo.

Em vista dos fatos supracitados, é notório o grande problema quando se fala da participação feminina na política. Em suma, faz-se necessário a tomada de medidas por meio do Ministério das Comunicações, junto ao Governo Federal, com intuito de amenizar o impasse.